quinta-feira, 18 de outubro de 2018

“Diário dos Quase 30” conta a trajetória de um jovem como muitos outros da época atual

Do autor Cristopher Oliveira, de Pirassununga/SP, “Diário dos Quase 30” é um livro que segue a trajetória de um jovem como muitos outros da época atual.
Seguindo o formato de um diário, acompanhamos os relatos de “Dáblio”, protagonista da história, enquanto passa por situações da vida real, enfrentando a realidade contra uma ideia estereotipada de realização que já estaria conquistada próximo aos 30 anos de idade.
Confira a sinopse:
“Quantos anos você tem? 20? 30? 50? Tem o emprego dos sonhos? Casou-se com o amor da sua vida? Tem filhos? Gostaria de ter?
Diário dos Quase 30 conta a história de um rapaz que caminha para a principal fase da vida adulta, os 30 anos. Marcado por um passado confuso e conturbado, Dáblio acredita ter descoberto a fórmula para a sua felicidade, baseada em 5 quesitos. Desempregado, solteiro e sem nenhuma perspectiva, ele encontra no seu dia a dia indícios que o forçam a acreditar estar seguindo no caminho correto para uma vida feliz e realizada, enquanto luta contra seus próprios demônios e problemas familiares. Durante sua controversa trajetória, o improvável herói acaba recebendo valorosas e doloridas lições que o ensinam sobre respeito ao próximo, resiliência e autocrítica, ao mesmo tempo que comove e diverte com passagens únicas e hilárias de sua vida.
Diário dos Quase 30 podia ser sobre mim, sobre você, ou sobre qualquer outra pessoa. E, assim como são nossas vidas no mundo real, essa também não é uma história com um “E foi feliz para sempre” garantido. Pois, afinal de contas, o que significa FELICIDADE para você?”
O livro está disponível em formato digital na Amazon.
 

Novo teaser mostra retorno do Rei do Crime e cenas inéditas da terceira temporada de Demolidor

Foi divulgado um novo teaser da terceira temporada de “Demolidor”, série da Marvel em parceria com a Netflix, com destaque para o retorno do vilão Wilson Fisk, o Rei do Crime.
No vídeo,  os atores Charlie Cox e Vincent D’Onofrio e o showrunner Erik Oleson comentam sobre o papel do icônico vilão nesta nova fase do seriado, baseada no arco “A Queda de Murdock” dos quadrinhos.
A 3ª temporada de Demolidor estreia no dia 19 de outubro pela Netflix.

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Trailer oficial da terceira temporada de Demolidor

A Netflix divulgou o trailer oficial completo da terceira temporada de “Demolidor”.
Desaparecido por meses, Matt Murdock (Charlie Cox) ressurge como um homem quebrado, colocando em questão seu futuro tanto como o vigilante Demolidor, quanto como o advogado Matt Murdock. Mas quando seu arqui-inimigo Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio) é solto da prisão, Matt precisa escolher entre se esconder do mundo, ou aceitar seu destino como um herói.

A terceira temporada de Demolidor estreia em 19 de outubro.

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Corvos: Violência do EI

Uma mãe viaja à Síria para encontrar seu filho após ele fugir para se juntar ao Estado Islâmico (EI). Uma cristã renuncia sua religião e planeja explodir uma igreja. Uma matrona vestida de preto diz para meninas adolescentes descansarem antes de serem estupradas pelos combatentes extremistas.
Essas histórias assustadoramente familiares da vida sob o Estado Islâmico no Iraque e na Síria se transformaram em trama no horário nobre da televisão por todo o mundo árabe. Uma série dramática em 30 episódios estreou no MBC 1, o canal por satélite mais assistido no mundo árabe, durante o mês sagrado do Ramadã, disse Ali Jaber, diretor de televisão da MBC Network.

A rede exibiu para o The New York Times três episódios da série, "Black Crows" (corvos). Ela pinta um quadro do Estado Islâmico como sendo uma organização criminosa brutal comandada por líderes corruptos e hipócritas. Mas os recrutas são retratados como vítimas e as mulheres que desafiam o controle dos militantes como heroínas.

Em um episódio da série, uma escrava yazidi é enviada para limpar o quarto de um combatente do Estado Islâmico, onde sua esposa entediada pergunta se a mulher está com fome ou gostaria de assistir um filme. A mulher cativa fica ultrajada. As histórias das mulheres dominam a série, disseram os produtores, por oferecerem rico material dramático. A maioria dos espectadores do canal também é do sexo feminino. Em outro episódio, comandantes do EI doutrinam crianças a ingressarem em suas fileiras.

Assim como os recrutas do EI, o elenco vem de todo o mundo árabe e as tramas da série refletem manchetes conhecidas sobre as atrocidades do grupo. Inclusive, a conhecida bailarina egípcia Dina está na série.

O Ramadã, que começa em 27 de maio, é um mês do calendário islâmico durante o qual os muçulmanos jejuam do nascer ao pôr do sol. Também é um período de pico na televisão do mundo árabe, quando as famílias se reúnem após quebrarem o jejum para assistir programas até tarde da noite.
Em termos de televisão, "é como se fosse o Super Bowl por 30 dias seguidos", disse Mazen Hayek, um porta-voz da MBC (referindo-se à final do futebol americano). 
"Black Crows" parece ser a primeira situada totalmente no mundo dos militantes, disse Rebecca Joubin, professora associada de estudos árabes da Faculdade Davidson, que estuda os programas de televisão da região.

A programação inclui romances, comédias e dramas históricos, alguns dos quais refletem eventos atuais. Apesar da nova produção da MBC ser um drama em que parte do figurino e da maquiagem podem ser cartunescos, a série, que se passa atrás das linhas de frente dos jihadistas, não é uma atração leve.

A série será exibida em árabe como "Al Gharabeeb Al Soud" e a rede espera produzir uma versão em língua inglesa para distribuição internacional.
Black Crows (Anti- ISIS TV Series) "Gharabeeb Sood" Trailer from Orwa Taha on Vimeo.

quarta-feira, 11 de abril de 2018

A Tenda Vermelha (The Red Tent)

O enredo se passa no período do Velho Testamento da Bíblia, uma época em que as mulheres eram meras sombras de seus maridos. A história é contada por Dinah (Rebecca Ferguson, de The White Queen), a única filha de Jacó (Iain Glen, de Game of Thrones) com Léah (Minnie Driver, de About a Boy). A série relembra sua trajetória, apresenta o cotidiano das mulheres nesta época e mostra a perspectiva feminina sobre acontecimentos relatados na Bíblia, como por exemplo a ascensão de José a governador do Egito, entre outros fatos.
A tenda vermelha era o local onde as mulheres se reuniam há mais de 3 mil anos atrás para passar pelo período menstrual e também era o local onde davam à luz e cultivavam rituais e laços de irmandade. Na série, a tenda vermelha também é o local onde Dinah passa toda a sua infância aprendendo as tradições da tribo e rodeada por diversas mulheres, já que seu pai tinha quatro esposas, é o ambiente chave da história. Quando Dinah cresce, passa por uma situação extrema que causa uma grande perda e muda o destino de toda a sua família para sempre.
O romance "A Tenda Vermelha", no qual The Red Tent é inspirada, já foi traduzido para 27 idiomas e vendeu milhões de cópias pelo mundo. A obra da autora Anita Diamant faz parte da lista dos dez livros mais vendidos de importantes jornais, como o The New York Times.
Quem interpreta Raquel, irmã de Léah e uma das esposas de Jacó, é a atriz Morena Baccarin, indicada ao Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante por sua personagem Jessica na série de sucesso Homeland.
Confira os trailers:

A série está disponível na Netflix.

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Caçando Hitler retorna ao HISTORY em sua terceira e última temporada

Após três anos de investigações de um dos casos arquivados mais importantes da História, o veterano da CIA Bob Baer busca resolver a parte final do quebra-cabeça e determinar o destino do maior assassino em massa do século XX, Adolf Hitler, de uma vez por todas. A terceira e última temporada de "Caçando Hitler", série de não ficção do HISTORY, estreia no dia 11 de abril, quarta-feira.
Na terceira temporada, Baer recruta um novo aliado para ajudar na investigação: Nada Bakos, ex-agente de combate ao terrorismo, e um dos maiores especialistas em redes terroristas. Bakos integrou o time responsável por encontrar e desmanchar a al-Qaeda e por reunir a inteligência que levou à captura de Abu Mussab al-Zarqawi (o chefão do Estado Islâmico), e o maior prêmio de todos, Osama bin Lades. Juntos, Baer e Bakos montam um time de campo que inclui o sargento das Forças Especiais dos Estados Unidos Tim Kennedy; o jornalista investigativo veterano Gerrard Williams; o Boina Verde Mike Simpson; o ex-comandante das Forças de Captura de Fugitivos Lenny DePaul; e o historiador especializado na Segunda Guerra Mundial James Holland. Esses agentes empregarão especialistas locais e historiadores equipados com a mais avançada tecnologia, para examinar essa enorme rede e avaliar mais de perto como Hitler poderia ter escapado da justiça.
Para tentar definir a rota de fuga definitiva de Hitler, Baer lança mão da estratégia de captura utilizada por agências de inteligência em todo o mundo para localizar alvos valiosos, o “mapeamento de ativos”. A equipe vai investigar a rede de associados a Hitler, analisando os papeis que eles desempenharam na potencial fuga. Por meio do mapeamento de ativos, o time descobre duas rotas nazistas de fuga da Alemanha. Será que esta nova informação os ajudará a solucionar as questões que faltam para fechar este caso?
Em todas as plataformas, a segunda temporada de Caçando Hitler alcançou uma média de três milhões de telespectadores por episódio nos Estados Unidos, segundo a Nielsen Media Research.
No episódio de estreia, "Caçada final", Bob Baer recruta o especialista que ajudou a capturar Osama Bin Laden para descobrir que rotas de fuga que Hitler pode ter utilizado. A equipe descobre uma imensa rede de túneis que iam desde sua casa até o sul da Alemanha; enquanto ao norte, encontram um complexo nazista perfeitamente disfarçado.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

“FOGO E FÚRIA”: O livro que abalou o governo Trump está em pré-venda

Com extraordinário acesso aos assuntos da Casa Branca, o jornalista Michael Wolff revela os bastidores do governo de Donald Trump, o presidente americano mais controverso da história. Graças ao contato privilegiado com o primeiro escalão do governo do país mais rico do mundo, o autor pinta um quadro assustador de despreparo, desorganização, assédios, vaidades e guerra contra a mídia (acusada de fabricar as fake news), contra o Partido Democrata e até contra o conservador Partido Republicano, do próprio presidente. Com base em mais de duzentas entrevistas, Wolff apresenta com riqueza de detalhes revelações como:
•         TRUMP E SEUS ASSESSORES MAIS DIRETOS NUNCA ACREDITARAM QUE GANHARIAM A ELEIÇÃO
•         NINGUÉM NA EQUIPE DE DONALD TRUMP ACREDITA QUE ELE TEM CAPACIDADE PARA GOVERNAR OS EUA
•         NINGUÉM ENTENDE O RELACIONAMENTO DE TRUMP COM A MULHER MELANIA
•         A FILHA IVANKA CONTA COMO DONALD TRUMP FAZ O PENTEADO PECULIAR DE SEU CABELO
•         O AUTOR REVELA QUE A POLÍTICA MODERNA SE FAZ MAIS COM O CONFLITO DO QUE COM O CONSENSO
Fogo e Fúria é um livro fundamental para entender o mundo da política contemporânea.
Acompanhe um pouco da repercussão do livro:
O Globo: Livro sobre a Casa Branca de Trump entra em pré-venda esta semana
UOL: Manipulável, iletrado e sem noção do trabalho: Como é o Trump do livro “Fire and Fury”
Nexo: O que há no livro que Trump tentou censurar
Terra: Autor de livro diz que suas revelações derrubarão Trump
Folha: Livro sobre Donald Trump desperta horror e ceticismo

domingo, 31 de dezembro de 2017

9 coisas que "Divertida Mente" nos ensina sobre o cérebro


"Divertida Mente", animação sucesso de público e crítica da Disney e Pixar, conta a história de Rilley, uma garota de 11 anos que enfrenta uma série de mudanças em sua vida. A principal delas foi sair de sua cidade natal, no estado de Minnesota (EUA), para morar em San Francisco, Califórnia. O enredo se desenrola dentro da cabeça da menina, onde cinco emoções Alegria, Tristeza, Medo, Raiva e Nojo, são responsáveis por processar as informações e armazenar as memórias. Pete Docter dirige a produção, ele procurou ajuda de psicólogos e neurologistas durante a preparação do roteiro.
Confira abaixo nove conceitos trabalhados nas cenas que encontram respaldo na ciência. Eles podem dizer muito sobre como você enxerga o mundo e lida com as coisas ao seu redor.

1. As memórias são fixadas pelas emoções 
Durante o filme, os cinco sentimentos ficam dentro de uma sala, onde acompanham tudo o que acontece com Rilley. Os principais eventos do dia são guardados em esferas — a representação de nossas memórias. Cada uma delas tem uma cor e está relacionada com o sentimento mais forte daquele momento. Pode ser alegria, tristeza, raiva… Já se sabe que as lembranças são fixadas no cérebro junto com um estado de humor. “Todas as recordações que temos, sejam elas boas ou ruins, trazem consigo sentimentos”, explica a neuropsicóloga Cleide Lopes, do Centro de Longevidade do Hospital 9 de Julho, em São Paulo.
2. Não existe sentimento melhor ou pior 
Apesar de preferirmos os momentos alegres de nossa vida, cada emoção tem a sua importância — e é necessário saber usá-las da melhor forma possível diante dos desafios. “Precisamos ter alegria no momento certo e dar passagem para a tristeza em determinadas ocasiões. O problema ocorre quando os sentimentos ultrapassam os limites”, esclarece a especialista. 
3. A tristeza é necessária 
A personagem Alegria tenta, a todo o momento, sufocar e ignorar a Tristeza. “A animação faz uma crítica ao mundo atual, em que precisamos estar felizes o tempo todo, a qualquer custo”, comenta Cleide. Há ocasiões em que um pouco de melancolia é essencial para encarar e lidar com as dificuldades que surgem em nossa vida. 
4. O medo nos faz sobreviver, assim como o nojo
Esses dois sentimentos nos livram de grandes enrascadas. O medo impede que entremos na jaula do leão durante uma visita ao zoológico. O nojo, por sua vez, não deixa a gente comer um lanche apodrecido. “O segredo está em equilibrar as emoções e não permitir, por exemplo, que o temor nos impeça de sair de casa”, exemplifica a neuropsicóloga.
5. Muita alegria é ruim 
O exagero na felicidade faz o indivíduo perder a noção das coisas: é como se tudo fosse mais florido do que a realidade. Em Divertida Mente, a personagem Alegria não cansa de ver as coisas com extremo otimismo — mesmo quando a situação exige um pouco de medo, tristeza, nojo ou raiva.
6. A raiva impede injustiças
Calma, ninguém está falando que gritar e quebrar tudo são soluções para os problemas. Mas especialistas na área de psicologia concordam que esse sentimento tem o potencial de indignar e corrigir eventuais injustiças. O segredo, mais uma vez, está no equilíbrio. “A raiva estimula o sujeito se defender. Mas se ultrapassa os limites, ela se tornar destrutiva”, analisa.
7. Há memórias que acabam apagadas — e esquecer pode ser algo bom 
É natural que certas recordações sejam esquecidas com o passar dos anos. No filme, esferas que não são utilizadas vão parar num lixão e viram poeira com o tempo. Isso acontece com muitas informações que processamos ao longo de um dia e de toda a nossa vida — você provavelmente não se lembra muito bem do que comeu no último dia de janeiro. Esse dom do esquecimento também é útil para lidar com situações traumáticas e difíceis: o cérebro vai, aos poucos, apagando os detalhes do fato ruim como uma maneira de lidar com a situação. 
8. A memória define (e influencia) a sua personalidade
Outras recordações, porém, são muito importantes e determinam boa parte de nossa personalidade pelo resto da vida. Em Divertida Mente, elas são as memórias base, as esferas em que estão guardados os momentos especiais da vida de Rilley — a brincadeira com os pais, o jogo de hockey com as amigas… No nosso cérebro, as lembranças são processadas numa região chamada hipocampo, que converte memórias de curto em longo prazo. 
9. Nós temos um verdadeiro arquivo de memórias 
Na animação, quando Alegria e Tristeza saem do escritório central das emoções, elas visitam a região onde as esferas estão estocadas em prateleiras. Na nossa massa cinzenta, as recordações estariam organizadas de uma forma parecida: elas ficam próximas uma da outra por associação. Exemplo: quando queremos lembrar o nome de uma flor específica, pensamos que ela é avermelhada, tem muitas pétalas e seu cabo é cheio de espinhos. Pronto, é a rosa. “Nossas memórias são armazenadas como um arquivo, por semelhança”, resume Cleide.
Fonte: revista Saúde