segunda-feira, 30 de maio de 2016

Do For Love Project

O "Do for love" (@doforloveproject) é um relato de Letícia Mello, que passou seis meses fazendo trabalho voluntário como professora de inglês em zonas remotas da Tailândia, Camboja e Vietnã. 

Ela deu aula em vilarejos para crianças, policiais, meninos-monges, agricultores e até conseguiu construir uma casa no Camboja com a ajuda de doações de amigos. Na época, ela escrevia sobre as experiências vividas e surgiu a ideia de escrever um livro, e graças a um crowdfunding no Catarse ela conseguiu atingir a meta e agora ele está quase ficando pronto. 


O lançamento em São Paulo será no dia 7 de Junho. Na página no Facebook estão disponíveis as datas de lançamentos em Curitiba, Balneário Camboriu, Florianópolis e Rio de Janeiro. 

Confira a sinopse:
"Um livro de viagens sem roteiros ou dicas, escrito com humor e autenticidade. É um relato para aqueles que estão em busca de respostas e que desejam ver o mundo com outros olhos, com a certeza de que todos podem impactar o mundo de forma positiva. Por meio do que aprendeu nessa jornada de 6 meses como voluntária no Sudeste Asiático, Letícia nos nos faz refletir sobre as nossas escolhas e nos motiva a encontrar o nosso próprio “DoForLove”.

Mais informações no site www.doforloveproject.com.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

As Gêmeas do Gelo | S.K. Tremayne

Um ano depois de Lydia, uma de suas filhas gêmeas idênticas, morrer em um acidente, Angus e Sarah Moorcroft se mudam para a pequena ilha escocesa que Angus herdou da avó, na esperança de conseguirem juntar os pedaços de suas vidas destroçadas. Mas quando sua filha sobrevivente, Kirstie, afirma que eles estão confundindo a sua identidade (que ela é, na verdade, Lydia) o mundo deles desaba mais uma vez. 
Quando uma violenta tempestade deixa Sarah e Kirstie (ou será Lydia?) confinadas naquela ilha, a mãe é torturada pelo passado. O que realmente aconteceu naquele dia fatídico, em que uma de suas filhas morreu?

Sarah e Angus Moorcroft perderam uma de suas filhas gêmeas há pouco mais e um ano. Lydia, a gêmea mais tranquila e calma se foi, deixando marcas em todos, mas principalmente em Kirstie, a gêmea mais agitada e brincalhona. Quando Sarah acredita que, finalmente, a família está prestes a acabar com seu luto ao se mudarem para uma ilha escocesa, a filha sobrevivente afirma que todos estão confundindo sua identidade. Agora, como saber quem é a filha que se foi e a filha que ficou?

O autor escreveu em primeira pessoa nos capítulos em que estamos conhecendo a visão de Sarah, e em terceira pessoa quando acompanhamos Angus. Para tornar a leitura ainda mais assustadora, há algumas imagens perturbadoras antes de certos capítulos, que completam o significado da leitura.
Muitos outros temas e elementos são discutidos na história, como casamento, família e confiança.

O final mesmo também é meio que deixado por aberto, fazendo com que cada leitor entenda e interprete a seu próprio modo, como se o autor estivesse testando cada um.

"Desde o início, as gêmeas morriam de medo da escuridão total. Isso as aterrorizava, causando gritos bizarros. Depois de um ano, mais ou menos, percebemos o porquê: na escuridão, elas não podiam se ver."

S. K. Tremayne é jornalista e escritor. Nasceu na Inglaterra, em 1963, e estudou Filosofia na University College London. Como jornalista escreveu para o Times, o Daily Mail, o Sunday Times e o The Guardian. Em 2013 tornou-se blogger e comentador para o Daily Telegraph, no Reino Unido.
Ele vive em Londres e tem duas filhas.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Mulheres de presos das cadeias comandadas pelo PCC são foco de livro de pesquisadora da UFSCar

Entender um pouco mais sobre a jornada de mulheres de presidiários das cadeias chefiadas pelo Primeiro Comando da Capital (PCC), tendo como fio condutor a família e o amor, foi a proposta de Jacqueline Ferraz de Lima, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) da UFSCar. 
  O objetivo era retratar a histórias delas, a concepção de família para essas mulheres e a relação delas com seus parceiros. "Este é um livro que fala, acima de tudo, sobre amor, um amor incondicional", conta Jacqueline.
Este tema de estudo foi desenvolvido pela pesquisadora no projeto de mestrado no PPGAS, de 2011 a 2013, e culminou com o lançamento do livro "Mulher Fiel - Etnografia do Amor nas prisões do PCC", publicado pela editora Alameda Casa Editorial no final de 2015. O trabalho foi orientado pelo professor Jorge Mattar Villela, do Departamento de Ciências Sociais da UFSCar.
 

Jacqueline conta que começou a se interessar pelo tema durante a iniciação científica em 2009, quando cursava Ciências Sociais na UFSCar. "A antropóloga e amiga Karina Biondi estudava, no PPGAS/UFSCar, o PCC dentro das cadeias, e me passou alguns contatos de mulheres destes presos. Participei de alguns eventos sobre o tema e me interessei no assunto. Conversando com o professor Jorge, comecei a pesquisa e decidi estudar o cotidiano destas mulheres, visto que não tinha encontrado trabalho com este foco", diz a pesquisadora.
Definido que iria trabalhar com as esposas dos presos, Jacqueline percebeu que a "caminhada" da qual as mulheres falavam tanto era muito mais do que somente uma viagem de visita aos seus companheiros. "Entender um pouco mais sobre o que significava toda a preparação para o que denominam 'caminhada' ‒ o sofrimento, a dedicação, ser fiel, o amor, e questões relacionadas ‒ acabou sendo meu projeto de mestrado".

 
Foi assim que além dos estudos teóricos, Jacqueline resolveu acompanhar estas mulheres por centenas de quilômetros em suas viagens, partindo de São Paulo até a cadeia no interior do Estado, que ela prefere não identificar, onde estavam seus companheiros. Foram quatro meses acompanhando as “cunhadas” (termo utilizado pelas mulheres, pois os presos do PCC se consideram irmãos). A pesquisadora decidiu usar este termo para preservar a identidades delas. Foram conversas com centenas de mulheres que Jacqueline diz não conseguir contabilizar. "Conversei com diversas mulheres na saída dos ônibus, durante a viagem, nas paradas, antes de entrarem na cadeia para visitar seus companheiros, nas pousadas onde elas ficavam no fim de semana da viagem. Eram 45 mulheres por ônibus, sendo que no horário que eu pegava o ônibus, tinham mais 15 saindo para outras cadeias do interior do Estado", lembra.
Saber como elas vivem, como é a rotina da família com o marido preso, o que para estas mulheres significa família, ser fiel, violência, sofrimento, moral, ética, sacrifício e sagrado, qual é a relação da cadeia com a família, o que é ser mulher, ter filhos e, principalmente, o que é amor, são temas abordados por Jacqueline no livro. "Trago a perspectiva das mulheres para mostrar o quão importante elas são. O comum é julgar de antemão essas mulheres como vítimas, submissas, mas no livro abordo a ação destas mulheres. Elas estão o tempo todo reagindo ao que estão vivendo".
 
O livro começa com a discussão sobre a família na relação com a cadeia, e também apresenta a vida destas mulheres que visitam seus companheiros nas cadeias. No capítulo 2, a obra traz suas perspectivas em relação à forma como os próprios presos tratam o tema família, além de abordar outros assuntos como sofrimento e fidelidade. A pesquisadora relata que para os presos é muito importante ter família. "A família para eles, segundo as mulheres, é sagrada. Todo o sofrimento da 'caminhada' ‒ longas horas de viagem, revistas vexatórias, humilhações verbais, alimentos e presentes para os maridos jogados fora pelo agente prisional, e até recusa das visitas ‒ era visto pelos seus companheiros como sagrado". A pesquisadora conta que mesmo quando aborda a opinião dos companheiros, esta é sempre comunicada pelo ponto de vista das mulheres. 
No capítulo 3, Jacqueline traz a perspectiva das “cunhadas” sobre ter a família completa com o fim da prisão. "Vou tentando articular isso com uma série de diferenças que elas trazem sobre como é possível manter uma família quando se está na caminhada. Trago aqui o conceito de ser fiel descrito por elas, daí o título estar em itálico, pois é um termo das ‘cunhadas’”. Para essas esposas, a fidelidade está atrelada à dedicação delas a este marido preso, quando estão fazendo a caminhada, aguentando todo sofrimento da viagem.
Jacqueline viajou quatro meses para uma cadeia no interior de São Paulo de domínio atribuído ao PCC. Mulheres que visitavam seus companheiros em outros estabelecimentos penais também contribuíram com o trabalho. A pesquisadora conta que adotou este universo inclusive pelo fato das próprias mulheres apontarem a dificuldade de misturar suas opiniões com a esposas dos “coisas”, expressão utilizada por elas para definir presos condenados por estupros e outros crimes não aceitos nas cadeias do PCC, e que são encaminhados a presídios de outros grupos. 
 

Jacqueline decidiu estudar o tema porque entendeu ser inédita a oportunidade de expor a perspectiva das mulheres de presidiários, abordando o seu cotidiano e mostrando que elas não são meramente submissas, mas protagonistas deste universo que vivem com seus maridos presos. "Minha proposta é trazer uma imagem do ponto de vista das mulheres, uma realidade que muitas vezes é tomada de antemão e definida somente como sendo submissa e vítima de violência".
 
10 anos da maior rebelião realizada pelo PCC
O dia 14 de maio de 2006, Dia das Mães, nas mãos de um preso, uma camiseta retorcida sustentava uma cabeça carbonizada. Foi assim que a maior rebelião já realizada pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) começou no epicentro de São Paulo e se espalhou por quatro cidades do Mato Grosso do Sul. "Claro que lembramos desta cena por ter sido chocante, mas o que encontrei no depoimento das mulheres dos presos do PCC foi uma outra perspectiva. Durante a pesquisa, entre as "cunhadas" apareceram relatos surpreendentes sobre a rebelião que enfatizavam questões, para além de reivindicações, violência ou luta, mais relacionadas ao amor", conta Jaqueline, que planeja escrever um artigo trazendo estes relatos.
 

O livro foi lançado em São Carlos no final do mês de abril. Interessados em comprar o livro devem acessar o site da Alameda Casa Editorial ou procurar a obra nas principais livrarias do País.
A pesquisadora começou o doutorado em 2016, e as mulheres são novamente a pauta do seu estudo. Desta vez, Jaqueline vai abordar a relação dos projetos de políticas públicas e sociais das agricultoras rurais e suas famílias, em uma comunidade rural do noroeste de Minas Gerais. Jaqueline Ferraz também é pesquisadora associada ao grupo Hybris - Estudo e Pesquisa sobre Relações de Poder, Conflitos, Socialidades do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, ao grupo Laboratório de Estudos sobre Agenciamentos Prisionais (LEAP) e ao grupo de pesquisa Laboratório de Experimentações Etnográficas (LE-E), todos da UFSCar.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Inferno - Dan Brown

Inferno é o sexto livro de Dan Brown, autor best-seller com mais de 150 de livros vendidos, publicados em mais de 50 idiomas.

Suas obras "O Código da Vinci" e "Anjos e Demônios" ganharam versões no cinema. O primeiro, lançado em 2006, gerou receita de 758 milhões de dólares (cerca de 577 milhões de euros) nas bilheteiras mundiais. Anjos e Demônios (que foi publicado antes de O Código da Vinci), estreou em 2009 e obteve 486 milhões de dólares (370 milhões de euros).

Inferno também vai virar filme, pela Sony Pictures. Tom Hanks continuará no papel do professor de simbologia Robert Langdon, e Felicity Jones interpreta a Dra. Sienna Brooks.
Confira o trailer a seguir.


O lançamento está marcado para 13 de outubro nos cinemas.

Neste thriller, o professor Langdon acorda em um hospital em Florença, na Itália, sem se lembrar de nada das últimas 36 horas.
Quando sofre um atentado ainda dentro do hospital, Langdon se vê obrigado a fugir, e conta apenas com a ajuda da doutora Sienna Brooks para isso.
Mas seus problemas estavam apenas começando… Sienna encontrou no paletó do professor um minitubo de metal com lacre biométrico e o ícone de risco biológico gravado.
Nesse macabro objeto, Robert encontra a primeira pista que o ajudará a descobrir o que está acontecendo: a imagem do "Mapa do Inferno", de Botticelli, uma famosa obra de arte inspirada no Inferno de Dante Alighieri.

Os dois têm que seguir uma série de códigos criada por uma mente brilhante, obcecada tanto pela evolução humana quando por uma das maiores obras-primas literárias de todos os tempos: A Divina Comédia.
Dessa vez, Robert precisa usar sua grande habilidade como simbologista para salvar a própria vida e conter uma ameaça que pode destruir toda a humanidade.

Uma viagem pela arte, cultura e literatura italianas, passando por lugares como a Galleria degli Uffizi, o Duomo de Florença e a Basílica de São Marcos, que fica em Veneza.
Inferno é uma leitura eletrizante e um convite a pensarmos no papel da ciência para o futuro da humanidade. É publicado no Brasil pela Editora Arqueiro.

Em todos os seus livros o autor trata de questões polêmicas. O Código da Vinci falava sobre o mistério da vida de Cristo e um suposto casamento com Maria Madalena.
Anjos e Demônios aborda a fraternidade dos Illuminati.
"O Símbolo Perdido" tem a Maçonaria nos Estados Unidos e seus vários símbolos ocultos, bem como os fundadores da nação americana envolvidos com a irmandade. Sem contar em todo o cenário percorrido durante as histórias, cheios de arte e significados.
Em Inferno, a questão principal é a superpopulação mundial.

Vale a pena a leitura e a reflexão.

Deixe seus comentários sobre Inferno e os outros livros de Dan Brown, e os filmes também.
:)

Até a próxima!

Inigualável - Alyson Noël

Todo Mundo Quer Ser Alguém.
Primeiro volume da série "Belos Ídolos".

Layla Harrison quer deixar seus dias de pobre para trás, em busca de uma oportunidade como repórter. 
Aster Amirpour está a ponto de gritar com o próximo diretor de elenco que disser: “Queremos alguém exótico, mas não o seu tipo de exótico.” 
Tommy Phillips sonha em comprar uma guitarra de 12 cordas para tentar fazer as pazes com seu pai famoso (e ausente). 

Mas Madison Brooks fez o destino se ajoelhar para ela muito tempo atrás. É a queridinha de Hollywood, e o que teve que fazer para chegar à fama é uma mera mancha no asfalto sob o salto dos seus Louboutins. 
Quando Layla, Aster e Tommy conseguem entradas VIP para o mundo glamouroso e instável da noite de Los Angeles, eles são envolvidos em uma competição de alto risco, com Madison Brooks como alvo. O problema é que, quando a estrela desaparece misteriosamente, destruindo suas esperanças, tudo que resta para os três são mentiras. 
"Inigualável" é o primeiro livro da nova trilogia de suspense da autora best-seller do The New York Times Alyson Noël, sobre como os nossos maiores sonhos podem a qualquer momento se tornar os mais terríveis pesadelos.
Depois dos sucessos da saga "Os Imortais", seu spin-off  Riley Bloom, publicados no Brasil pela editora Intrínseca, e "The Soul Seekers", série publicada pela LeYa, a autora finalmente lança uma nova série, que se passa no ritmo acelerado das discotecas de Los Angeles, com três adolescentes envolvidos em uma competição de alto risco. As medidas desesperadas tomadas para ganhar essa competição os torna suspeitos de um crime.
Assim que começa a ler, você já fica querendo ser convidado para o mundo que ela criou.

A HarperCollins é responsável pela publicação do livro em 200 países e em 16 línguas, que tiveram lançamento simultâneo no dia 10 de maio deste ano. No Brasil você já o encontra na Saraiva.

As diversas capas de "Inigualável", de diferentes países, divulgadas pela autora.
  
Confira o book-trailer legendado a seguir.