segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

A história do Sniper Americano

O filme sobre a história real do atirador de elite das forças especiais da marinha americana Chris Kyle, recebeu seis indicações ao Oscar (Melhor Filme, Melhor Ator, Roteiro Adaptado, Edição, Edição de Som e Mixagem). Baseado na autobiografia "American Sniper: The Autobiography of the Most Lethal Sniper in U.S. Military History", que também tem depoimentos da esposa de Chris, Taya Renae Kyle. Aqui no Brasil, a Editora Intrínseca publicou o livro.
Com 255 mortes, 160 delas confirmadas oficialmente pelo Pentágono, Kyle é o atirador mais letal da história militar dos Estados Unidos.

Ele foi um caubói e disputava rodeios e se alistou após o 11 de setembro, entrando para o Comando Naval de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos (SEAL).

Dirigido por Clint Eastwood, o filme conta com grandes cenas de suspense, que mostram bem toda a tensão dos combates e das operações militares, além dos momentos em família em que se divide entre voltar para casa ou voltar à guerra.
Bradley Cooper, que também foi produtor do longa, encena bem o personagem, com sua convicção de estar protegendo muitas outras vidas, sua personalidade amigável com os outros, ao mesmo tempo em que tinha sangue-frio em combate, e a difícil adaptação em casa quando terminou de servir no Iraque.

Confira o trailer



Existe o "Dia de Chris Kyle" (2 de fevereiro) no Estado do Texas, nas palavras do governador Greg Abbott "um grande texano e um verdadeiro herói americano".
Chris com uma cópia de sua autobiografia.
Como faz parte da cultura dos americanos terem orgulho de seu exército, é fácil dizer que o filme teria grande repercussão. Sniper Americano já arrecadou cerca de US$ 282 milhões nos cinemas do país.

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Até a próxima!